Caleidoscópio
Quem somos e por que fazemos o que fazemos
02/04/2018


A ciência está em todo lugar. Na época em que vivemos, isso é tão evidente que chega a ser clichê: nossos computadores, smartphones, automóveis, televisões, geladeiras etc. são o produto de alto desenvolvimento tecnológico que sem o progresso da ciência seria impensável; a nossa agricultura, a medicina, a indústria, todos estão repletos de elementos modernizadores que são resultado do processo científico.

Mas há algo ainda mais fundamental. Ao olhar para o céu estrelado à noite, podemos nos encantar com sua beleza e harmonia; ao apreciar o desabrochar de uma flor e a formação de um fruto, ficamos deslumbrados com o ciclo natural da vida; em uma tela de Da Vinci ou numa sinfonia de Beethoven, as proporções e ritmos nos satisfazem os sentidos. Qualquer pessoa pode se encantar despreocupadamente com todas essas obras da natureza e do ser humano, mas sem o conhecimento científico seria impossível relacionar a periodicidade dos movimentos dos astros com as ondas sonoras que produzem as notas musicais, ou perceber a semelhança entre as proporções que nos agradam nas mais belas pinturas e o padrão de crescimento das pétalas de uma flor. Essencialmente, a ciência é o que nos permite enxergar a beleza para além do que é óbvio!

Infelizmente, as nossas escolas não nos transmitem essa visão: desde cedo aprendemos que biologia, física, matemática, química são simplesmente matérias chatas que foram colocadas no currículo por alguma pessoa sem amor no coração. Sim, nós também fomos (e ainda somos!) vítimas dessa distorção.

Hoje somos estudantes de ciências naturais e sentimos a necessidade de compartilhar com o público em geral essa visão muito mais suave e também mais realista: a ciência É algo legal e deve ser encarada assim! É por isso que criamos o Jornal Caleidoscópio: um veículo de transmissão do conhecimento científico onde o principal foco é tentar expor esse conhecimento de maneira simples, acessível ao grande público, e com ênfase no que há de belo e interessante. Não deixemos morrer a nossa curiosidade!


Quem somos de verdade


Sou de Porto Alegre e faço Bacharelado em Física. Gosto de passar um tempo só pensando e vendo uma chuvinha boa pela janela, de reunir os amigos e virar a noite contando histórias e dando risadas, de tentar entender um pouco sobre como as coisas funcionam e de tentar me entender também.

Minhas paixõezinhas: pintura/desenho, animais (principalmente se tratando do meu gatíneo), chocolate, discutir sobre coisas físicas acontecendo ao redor da genteee.

Nem tão bom assim: churros, dormir no meio do filme, memória ruim, estar sempre preocupada com alguma coisa.

Contato: claravidor@jornalcaleidoscopio.com



Licenciando em ciências exatas e futuro professor. Sou de São Carlos, interior de São Paulo, e nada me deixa mais animado do que aprender um pouco de tudo que possa ajudar a olhar e entender esse mundão.

Coisas que gosto: café, música, artes, café, cinema, cachorros e pássaros, café e cozinhar (café).

Coisas que nem tanto: café com açúcar, lugares apertados, a série supernatural ainda não ter acabado e a percepção de que nunca saberei tudo que há pra saber por mais que eu me esforce.

Contato: felipe@jornalcaleidoscopio.com



Olar, estudo um curso de exatas, mas preciso dizer que minha praia são as humanas, principalmente quando se trata de educação. Nasci na cidade da famosa grávida de quadrigêmeos, vulgo Taubaté, e de um outro qualquer que escreveu o Sítio do Pica-Pau Amarelo. Adoro reparar nas cores das coisas, quase tanto quanto gosto de estar presente pros meus amigos e ensinar coisas pras pessoas, enquanto aprendo com elas também.

Coisas que gosto: comer doces, brincar com crianças, ensinar e o amanhecer.

Coisas que nem tanto: me atrasar, falta de tempo e dormir muito.

Contato: joaovictor@jornalcaleidoscopio.com



NÃO ENTRE EM PÂNICO! Ignorando as letras garrafais e qualquer motivo para entrar em pânico (exceto a atual situação do Brasil), sou de Ribeirão Preto - SP, estudante de Licenciatura em Ciências Exatas, amante da vida, do universo e de tudo mais e gosto de saber sobre física, buracos negros, evolução, DNA, ficção científica, nonsense e divulgação científica.

Pontos fortes: ciência, piadas ruins, memes, leitura e dormir.

Pontos fracos: achar que sabe de tudo, nonsense e piadas ruins.

Contato: mateusc@jornalcaleidoscopio.com



Nascido e criado em São Luís (MA), estudante de Física e entusiasta de educação e divulgação científica. Sou fascinado por ciências em geral, principalmente a Física, mas também sou apaixonado por música (não consigo viver sem!). Felizmente, tenho muitos amigos e adoro passar o tempo livre na presença deles!

Gosto: ciências (principalmente Física e Matemática), artes (principalmente música e literatura), andar cantando na rua (principalmente à noite).

Não gosto: ficar sem as coisas acima.

Contato: rodrigo@jornalcaleidoscopio.com



Olar! Faço Ciências Físicas e Biomoleculares e vim de São Vicente, na Baixada Santista. Sou uma pessoa mais empolgada com o mundo das ideias que com o mundo real, (real?). Frequentemente me encontro dormindo, comendo, pensando em coisas bastante aleatórias (até mesmo para mim), programando, jogando, participando de N+1 grupos (com N grande), assistindo a desenhos ou com os amigos e família, ou seja, desencontrando!

Achei ruim: fotos, dormir até tarde.

Nota 9: programação, biologia molecular, desenhos animados, interdisciplinaridade.

Contato: victor@jornalcaleidoscopio.com


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